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    DOENÇA DO SEGMENTO ADJACENTE – DSA .

    • 21 Julho, 2019

     

    A coluna vertebral humana foi concebida para ser móvel. A cirurgia de fusão ou artrodese, usa enxertos ósseos ou outro tipo de material como parafusos para fixar de forma permanente dois ou mais segmentos da coluna com o objectivo de impedir o movimento dessas vértebras e deste modo diminuir a dor.

    Após a fusão destes segmentos, a coluna perde mobilidade, não podendo essas vértebras fazerem o movimento de flexão ou extensão.

    Esta imobilidade destes segmentos vão forçar as vértebras adjacentes, a compensar e a manter a coluna flexível. Infelizmente isto desgasta os segmentos acima e abaixo da fixação, forçando os discos intervertebrais a um desgaste mais rápido, bem como o acelerar os processo degenerativo das articulações da coluna – artroses – levando ao aparecimento de dor algum tempo após a cirurgia, uma doença que se chama DOENÇA DO SEGMENTO ADJACENTE – DSA .

    Esta patologia ocorre nos segmentos de maior mobilidade como L4-L5 e L5-S1 na lombar e C5-C6 na cervical

    Manifestações da doença do segmento adjacente

    Esta sobrecarga pode resultar em algumas manifestações como:

     

    Cerca de 25% dos doentes que são submetidos a cirurgia de fusão desenvolvem esta doença, 5 anos após a cirurgia, para os que fazem esta cirurgia a 3 ou mais níveis a incidência da doença é maior cerca de 40%.

    Diagnostico da doença do segmento adjacente

    O diagnostico terá que ser feito em consulta médica e com o auxilio de exames complementares de diagnóstico, como TAC ou RMN, se tiver dor a cima ou abaixo dos segmentos tratados provavelmente terá esta doença.

    Tratamento

    Inicialmente o tratamento será conservador, isto é, com medidas como:

    Quando este tipo de abordagem falha podem ser propostos ao doente tratamentos minimamente invasivos como:

    Ou em alguns casos cirurgia, sendo que se deve evitar novas fusões ou artrodeses uma vez que vais criar o mesmo problema, podem ser ainda propostos a colocação de discos artificiais, embora um estudo recente publicado no European Spine Journal em que foram analisados cerca de 15 anos desta cirurgia concluiu que a taxa de complicações pode ir até 50%, entre as quais se incluem:

    • Alergias
    • Deslocamento do disco, com compressão do nervo ou medula.

    Na Paincare, efetuamos técnicas minimamente invasivas para o tratamento da dor vertebral.